nesta morte a que me dei
não há nada de permeio:
nem angústia nem saudade.
só uma tristeza vazia,
funda, bravia e sombria
que nem sequer é verdade…
o que em mim há de humano
já não respira, nem sente.
semeada ao abandono
não sou raiz, nem flor e
nem semente…
Amélia Veiga
1 comentário:
A saudade sempre presente na sua poesia. Um grande beijinho poetisa Amélia Veiga.
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