sexta-feira, 3 de maio de 2013

Minha mãe

minha mãe que nunca esqueço
ninho de amor
sem igual!
à tua afeição me aqueço,
ao teu querer
imortal!

beijo de longe os teus olhos
nos orvalhos
que os inundam!
macios sinto os escolhos
nas arestas que os circundam!

oh minha mãe
minha santa.
como é que te hei-de esquecer,
se és tu quem alto levanta
nobre, a missão
da mulher.

bendita seja o teu seio
em que o meu seio 
geraste!

e o que seria de mim
flor quase murcha na haste
se unindo ao teu
meu anseio
à distância
que nos cala
não sentisse o teu amor.

amor que nunca tem fim...
amor que aos mais
não se iguala!...

Maria Joana Couto

2 comentários:

NAMIBIANO FERREIRA disse...

Apresento-lhe um poeta angolano que nao está neste magnifico blog, espero que goste.

http://mulembeira.blogspot.co.uk/
de Décio Bettencourt Mateus.

Kandandu
N. Ferreira

kinaxixi disse...

Obrigado.

Um grande abraço