e se os teus olhos não tivessem tanto
murmúrio de sorrir e de cantar
onde andaria a borboleta livre
que vive no encanto
de nos ver voar
e se os teus braços não fossem de crista
da onda onde sabemos naufragar
como seria o nosso mar sem fundo
e o céu sem fim
de nos sabermos dar.
Manuel Rui
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