segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Paganus

adoraria o Sol o Mar
e o murmúrio da Natureza.
o correr infinito dos rios
e toda a fremente beleza
da Vida e do luar beijando
prata nos lábios azeviche da Noite.


morreria pagão, assim,
sem nenhum deus por definição
não fosse este acreditar
num Deus do perdão...
mas hoje, morto, assassinado
no altar profano da religião.

Namibiano Ferreira

3 comentários:

viajantes disse...

sublime este paganus!

soninha. disse...

O que é uma lástima.bjs

NAMIBIANO FERREIRA disse...

Cheguei tarde, venho agradecer,
kandandu