é sem norte a minha vida,
e n’um mar revolto vivo;
escravo de dura lida
eu sou a tudo captivo;
atraz do ignoto corro,
e na lucta eu soffro, eu morro
e n’um mar revolto vivo;
escravo de dura lida
eu sou a tudo captivo;
atraz do ignoto corro,
e na lucta eu soffro, eu morro
Cordeiro da Matta
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